E quem pode julgar as atitudes desvairadas que me assolam a mente
que me assolam a alma?
Ou me isola da calma?
Quem poderia julgar os benditos passos alheios que dou? Quem poderia julgar a destruição em massa que eu causo a tudo...
Quem poderia viver aqui nesse corpo senão eu mesma, e quem mais conviveria comigo senão eu mesma? Porque eu vos digo, quem são os outros, se não mero espectadores de um show ambíguo, raso e nada entorpecente. Quem diluiria meus demônios a pó?
Quem amaria a intensidade de mil sois, um amor tão violento? Quem experimentaria o doce pecado de uma ilusão simplória do simples e ingenuo amor dos mortais, o violento amor mortal.
Quem julgaria, as minhas cicatrizes, por ter amado tão violentamente um amor frágil?

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